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Como enxugar a estrutura e otimizar os recursos financeiros e humanos

 

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Enxugar a estrutura não significa cortar um pouco de todas as despesas indistintamente e sem justificativas ou dispensar parte dos funcionários, aleatoriamente.

Repensar e rever os procedimentos de trabalho ou promover uma reestruturação organizacional, tem o mesmo significado que a palavra “enxugar” sugere.

Qualquer atividade ou função dentro de uma empresa pode ser otimizada. Pode até ser suprimida ou redistribuída entre outras pessoas, sem nenhum prejuízo ao expediente cotidiano.

O importante é planejar o enxugamento, considerando quem faz o quê, porque o faz, como faz e como fazer melhor. Lembrar que, quem faz é que saberá como fazer para melhorar e, portanto, é essencial envolvê-lo no repensamento da nova visão empresarial.

O livro Automóvel. Quer Vender?, também ensina como desenvolver uma reestruturação organizacional, sem traumas, pelo conceito de Clientes X Fornecedores Internos. O objetivo é realizar um levantamento com todos os colaboradores, em todos os níveis e departamentos, perceber como cada um enxerga e executa seu trabalho, conhecer todos os processos, os formulários, analisar os fluxos de informação e os controles existentes na empresa.

É impressionante a quantidade de procedimentos sem nenhuma utilidade que detectamos ao realizar esse levantamento, como: formulários, processos, demonstrativos, gráficos, planilhas e mais diversos relatórios diários, semanais, mensais etc., que nunca foram apresentados ou se quer pedidos, ou ainda, que foram substituídos e, por zelo ou receio, ainda são realizados.

Detectar, corrigir e monitorar sempre, para evitar a perda de tempo e de recursos gastos em realizações de tarefas desnecessárias, é meio caminho andado, para parar de perder dinheiro. 

Vamos começar o levantamento. Entre em contato: contato@avalconsultoria.com.br

Amos Lee Harris Júnior

www.avalconsultoria.com.br
www.workshock.com.br

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EMPRESA SE FAZ COM GENTE… QUALIFICADA

A mais comum das discussões em qualquer evento empresarial, congresso setorial ou numa roda de bar, é a seguinte: “Emprego, tem. Vagas em aberto, também. Oportunidade de trabalho, idem. O que falta é gente, principalmente, qualificada”.

Apenas preencher vagas ou simplesmente dar empregos, todo empresário sabe que pode ser muito mais caro do que deixar do jeito que está. É preferível até fechar um posto de trabalho do que ter um trabalhador mau posto.

Este é um problema que não afeta somente o segmento de revendas de veículos usados, é um problema crônico que afeta todos os setores econômicos do Brasil, seja público ou privado.

Mais exigências a cada dia.

No setor automotivo em geral, inclusive nas concessionárias e, principalmente, no negócio de veículos usados, a situação é crítica e com tendências a piorar.

Cada dia aumenta o nível de exigências em competência e de especialização em áreas do conhecimento e, por consequência, a necessidade de gente mais qualificada e comprometida com os objetivos da empresa.

Entre as várias mudanças ocorridas nestes últimos anos, não somente atitudinais, mas, também, socioeconômicas e legais, o destaque  é para o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, que deu aos clientes plenos poderes para exigir o que imaginam que podem exigir, fazendo com que o vendedor de veículos, obrigatoriamente, venha a tornar-se um expert em direitos e deveres, quase um advogado. Outro exemplo mais recente é que não basta ser um simples vendedor de veículos, é preciso ser também correspondente bancário e entender tudo sobre o mundo financeiro, além do intrincado universo automobilístico.

Vendedores de veículos: Espécie em extinção.

Com tudo isso acontecendo, faltando desde motoristas profissionais até engenheiros, importando médicos, reprovando bacharéis em direito e exigindo certificação dos vendedores, fica a sensação que em breve vai faltar gente, pois todo CPF vai virar CNPJ e que apenas os bons profissionais vão entrar para a lista do IBAMA: espécie em extinção.

O ideal é promover a preservação e iniciar a criação em cativeiro, ou melhor, (desculpem-me a paródia) é cada empresa repensar sobre sua estrutura organizacional, estabelecer uma estratégia para manter os funcionários, desde que se proponham a evoluir, absorver e reciclar conceitos e obter qualificação. Também é preciso pensar em buscar gente nova, treinar e formar novos talentos, dar oportunidade para desenvolver funcionários com visão empreendedora, os quais à sua semelhança, possam se adaptar aos novos tempos e expandir os negócios de sua empresa.

Como qualificar, onde buscar o conteúdo, qual a metodologia, quais cursos, qual investimento, quem cuida do plano de carreira profissional? Estes são alguns dos motivos que deram origem a Universidade Automotiva – UniAuto: Qualificar gente para fazer… empresas.

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