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O primeiro carro a gente nunca esquece. Seja um usado ou novo.

A decisão de comprar o primeiro carro vem atrelada a alguns fatores importantes que devem ser levados em conta, pois a pior situação que pode acontecer é, depois de algum tempo de uso, perceber que comprou um carro errado, ou seja, que não atende suas necessidades básicas, não condiz com a praticidade desejada e não é econômico do ponto de vista consumo e manutenção.

A frustração maior ocorre no momento de revendê-lo, pois a desvalorização pode chegar a mais de 50%, criando certa ojeriza eterna pela marca. É fundamental incluir na decisão de compra, fatores subjetivos que vão além da função de mobilidade, mas atendem anseios da personalidade e até características físicas das pessoas.

Como sugestão, procure comprar o carro certo, seja novo ou usado, mas tem que ser o carro certo, para atender tudo aquilo que você precisa.

Ah! Pode ser qualquer marca. Todas são boas marcas e todas têm os mesmos problemas. A diferença é que, tanto uma quanto as outras, demoram mais ou menos tempo para resolver problemas.

Portanto, antes de decidir, procure informações, apure com amigos e parentes que já possuem carro, leia revistas especializadas, busque na internet, veja as tabelas de preços, pois o investimento que você irá fazer não é pouco e os custos de sustentação ou manutenção mensal, também, não são desprezíveis.

Um bom conselho é não comprar o primeiro carro que encontrar pela frente, não compre por impulso. Vasculhe, pesquise, experimente, indague, esmiúce e adquira confiança para discutir e escolher, na hora certa e no local certo, o seu carro certo.

Procure estar acompanhado(a) de uma pessoa que tenha vivido a experiência de ter comprado mais de um carro, pois a cada visita, cada contato com vendedores e a cada test-drive realizado, constata-se sempre as diferenças entre eles e que cada vez mais você adquire conhecimentos e argumentos que irão ajudar na tomada de decisão de um bom negócio e com a compra do carro certo.

Não se esqueça de adotar uma pitada de emoção, fatores subjetivos, que atenderão ao ego e traços da personalidade como seu meio social, status, estatura, estilo de vida, discrição ou projeção de imagem, entre outras atividades que sejam refletidas no modelo de carro certo para a pessoa certa.

Entretanto, os fatores objetivos, movidos pela razão são importantíssimos para que você não pague por um mico. Considere a marca, valor de revenda, cobertura da rede, peças de reposição, valor do seguro, custos de manutenção, consumo e confiabilidade técnica.

O primeiro carro a gente nunca esquece e, dependendo da experiência com ele, não esquece mesmo.

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