Método eficiente para manter os vendedores motivados

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“Se é o vendedor quem faz seu próprio salário, tomara que ele ganhe bastante”.

Esse conceito na linguagem “economês”, significa “ganha-ganha”, ou seja, a empresa ganha mais, quanto mais ganharem seus vendedores.

Ganhar bastante deveria ter conotação de produtividade com qualidade.

O melhor vendedor é aquele que agregou maior valor às suas vendas, mesmo não tendo realizado o maior volume de vendas de veículos entre a equipe.

Numa empresa organizada e bem controlada, não existe diferença gritante no resultado de vendas, como também não existe mais a figura do “super vendedor”, responsável por mais da metade de todas as vendas, salvo se a equipe tenha apenas dois vendedores.

É fundamental que toda a equipe tenha perspectivas e condições de realizar volume de negócios, que permita-lhe ganho real, compatível para desfrutar de um bom padrão de vida regional.

É um erro fatal, julgar que os vendedores são movidos somente pelo dinheiro. Mais do que dinheiro, o que motiva qualquer vendedor é perceber que os objetivos e metas da empresa, são compatíveis com seus ideais, que são perfeitamente factíveis e que existem mecanismos facilitadores para atingi-los. Resumindo, motivação é sinônimo de perspectivas, condições e realizações.

Entre em contato: contato@avalconsultoria.com.br, vamos juntos agregar mais valor na venda de veículos

Amos Lee Harris Júnior

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Como enxugar a estrutura e otimizar os recursos financeiros e humanos

 

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Enxugar a estrutura não significa cortar um pouco de todas as despesas indistintamente e sem justificativas ou dispensar parte dos funcionários, aleatoriamente.

Repensar e rever os procedimentos de trabalho ou promover uma reestruturação organizacional, tem o mesmo significado que a palavra “enxugar” sugere.

Qualquer atividade ou função dentro de uma empresa pode ser otimizada. Pode até ser suprimida ou redistribuída entre outras pessoas, sem nenhum prejuízo ao expediente cotidiano.

O importante é planejar o enxugamento, considerando quem faz o quê, porque o faz, como faz e como fazer melhor. Lembrar que, quem faz é que saberá como fazer para melhorar e, portanto, é essencial envolvê-lo no repensamento da nova visão empresarial.

O livro Automóvel. Quer Vender?, também ensina como desenvolver uma reestruturação organizacional, sem traumas, pelo conceito de Clientes X Fornecedores Internos. O objetivo é realizar um levantamento com todos os colaboradores, em todos os níveis e departamentos, perceber como cada um enxerga e executa seu trabalho, conhecer todos os processos, os formulários, analisar os fluxos de informação e os controles existentes na empresa.

É impressionante a quantidade de procedimentos sem nenhuma utilidade que detectamos ao realizar esse levantamento, como: formulários, processos, demonstrativos, gráficos, planilhas e mais diversos relatórios diários, semanais, mensais etc., que nunca foram apresentados ou se quer pedidos, ou ainda, que foram substituídos e, por zelo ou receio, ainda são realizados.

Detectar, corrigir e monitorar sempre, para evitar a perda de tempo e de recursos gastos em realizações de tarefas desnecessárias, é meio caminho andado, para parar de perder dinheiro. 

Vamos começar o levantamento. Entre em contato: contato@avalconsultoria.com.br

Amos Lee Harris Júnior

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O segredo para ter sucesso na venda de veículos

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Vender não é apenas uma arte, também não é uma questão de lance de sorte e, tampouco, uma sucessão de ações eventuais orientadas por bola e cristal.

Vender é uma ciência exata, precisa, absolutamente mensurável e, portanto, previsível. É um processo de trabalho que obedece criteriosamente uma evolução passo a passo com início, meio e fim.

O segredo do sucesso para uma revenda de veículos, é conhecer detalhadamente seus métodos e processos de vendas e, que, criteriosamente sejam monitorados, analisados e ajustados constantemente, enfim, organização e controle de todas as atividades com muita perseverança.

Por exemplo, quantas revendas saberiam responder de imediato as seguintes perguntas:

1.      Qual sua taxa de conversão de atendimentos à clientes potenciais em   vendas efetivas?

2.      Quantas avaliações de veículos usados são feitas em média por mês e quantas realmente são convertidas em novos negócios?

3.      Quanto é o valor agregado que cada vendedor contribui para a lucratividade da empresa?

As revendas que responderam de bate-pronto, certamente são empresas de sucesso no segmento.

Caso não tenha conseguido responder uma das três perguntas, sua empresa deve estar perdendo muito dinheiro. Vamos conversar e reverter esse quadro. Entre em contato: contato@avalconsultoria.com.br

Amos Lee Harris Júnior

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10 Maneiras eficazes de promover T&D

Cada caso é um caso. Para cada necessidade uma solução pontual.

Escolha abaixo a maneira que melhor atenda às suas necessidades ou adote uma solução integrada de várias maneiras para qualificar seus colaboradores.

T&D – Treinamento e desenvolvimento exclusivo para empresas do setor automotivo.

 

A AVAL Consultoria elabora e aplica treinamentos que ajudam no desenvolvimento profissional dos colaboradores de sua empresa, para todos os níveis hierárquicos e para todos os departamentos, podendo ser em grupos ou individual, de maneira presencial e on-line.

Conheça a definição de cada uma das maneiras de aplicação de T&D – Treinamento e Desenvolvimento


comunicação interna

01/10   COMUNICAÇÃO INTERNA

A comunicação interna, como o próprio termo indica, é aquela destinada essencialmente aos funcionários de determinada empresa ou grupo empresarial, abrangendo pessoas em todos níveis hierárquicos, cuja intenção é informar e integrar os diversos setores sobre ações, objetivos e demais interesses corporativos.

É um movimento contínuo com acentuada carga de resultados positivos e de grande influência no clima organizacional.

Opera-se, a comunicação interna,  por meio de vários canais de divulgação, envolvendo todas possibilidades de mídias, as redes formal e informal e, também, ações pontuais de endomarketing.


mentoring

 02/10   MENTORING

O mentor (mentoring) é um guia, um mestre, um sábio conselheiro, ou seja, alguém com vasto conhecimento e grande vivência profissional no campo de trabalho da pessoa que se pretenda ajudar.

O mentoring inclui em seu escopo de trabalho, conversas, debates e orientações acerca de assuntos que nem sempre são inerentes a atividade profissional, alvo da ajuda.

Em resumo, mentoring consiste na figura de uma pessoa com muita experiência (inclusive de vida) profissional que se dispõe em caráter oficial, a ajudar por meio de ensinamentos teóricos e práticos.


workshock

03/10   DESENVOLVIMENTO DE LÍDERES

Muitas pessoas são promovidas nas empresas, ocupando cargos imediatamente superiores à função que ocupavam ou cargos mais elevados. Em vários casos são pessoas de confiança que foram “alçadas” ao novo cargo por motivos diversos, como tempo de casa, falta de alternativas para preenchimento da vaga etc. Entretanto, muitas não possuem características natas de líderes e não sabem comandar seus pares, agora subordinados.

O objetivo do desenvolvimento de líderes é ensinar as pessoas como desenvolver habilidades de liderança e com sabedoria, conduzir seus comandados ao sucesso.

Também é objetivo deste trabalho, detectar e formar líderes antes das promoções.


coaching

04/10   COACHING

É fundamental que o coaching seja um treinador habilidoso, cuja missão essencial é encorajar, motivar e ajudar as pessoas a atingirem determinadas metas e objetivos, ensinando com metodologia andragógica, novos métodos e novas técnicas que facilitem o aprendizado e as induzam ao melhor desempenho.

Do coaching não se exige grande experiência na área de atuação do cliente, entretanto, a exigência é ajudar os profissionais de qualquer área da empresa a maximizarem seus potenciais, buscarem os melhores resultados para empresa e para o desenvolvimento profissional de cada pessoa envolvida.

Coaching – um treinador estrategista.


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 05/10   e-LEARNING

O e-learning é uma modalidade de ensino a distância, que contribui para educação corporativa, utilizando fundamentalmente a mídia eletrônica pela internet e intranet.

Trata-se de uma ferramenta que permite a acessibilidade a partir de qualquer lugar, em qualquer momento e em vários formatos flexíveis à mobilidade.

Com excepcional custo/ benefício, possibilita rápida otimização dos processos, favorece a instalação de programas de integração, trilhas de conhecimentos e acesso à informação.

É na prática uma universidade corporativa de qualificação profissional, que transmite ensinamentos para que todos colaboradores falem em voz uníssona e tenham atitudes no padrão corporativo exigido.


06/10   NEGOCIAÇÃO E VENDAS

O fechamento de uma venda é o resultado de um processo de relacionamento bem-sucedido, o qual, etapa por etapa foi desenvolvido entre um comprador e um vendedor.

Dentre as etapas, a mais determinante é a negociação, onde cada uma das partes, comprador e vendedor, exige alguma vantagem e faz alguma concessão, mas que acabam chegando a um denominador comum, atendendo as necessidades e anseios de ambos.

Além do detalhamento de cada etapa (abordagem, descoberta das necessidades, argumentações, demonstrações, superação de objeções, negociação, fechamento e relacionamento pós-venda), as técnicas de vendas e de negociação são os principais ensinamentos a serem transmitidos para que os fechamentos de negócios, sejam concretizados com frequência.


07/10   GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

A gestão por competências é um processo de avaliação e análise que visa detectar, identificar e gerir perfis profissionais para proporcionarem melhor desempenho e maior retorno para empresa, identificando os pontos de excelência e o fortalecimento da melhoria de eventuais deficiências.

A avaliação das competências é fundamentada na análise de três fatores essenciais conhecidos como “CHA”, ou seja, do Conhecimento, das Habilidades e das Atitudes das pessoas envolvidas no processo.

O principal é orientar esforços para perceber, planejar, avaliar e desenvolver nos diferentes patamares hierárquicos da empresa, as competências necessárias, adequando-as para alcançar os objetivos propostos.


08/10   TRABALHO EM EQUIPE

O trabalho em equipe tem como definição quando um grupo de pessoas realiza um esforço coletivo para atingir determinado objetivo, solucionar alguma problema ou superar situações de dificuldades.

O grande desafio é distribuir as tarefas entre os participantes, respeitando-se as capacidades individuais, para que, em sintonia fina, cada um possa buscar os seus resultados que complementem o todo.

Saber trabalhar em equipe é uma ação essencial nas empresas, pois favorece a harmonia na convivência, faz com que as tarefas sejam realizadas de forma eficaz e eficiente e com mais agilidade, além de promover a unissonância organizacional.


09/10   WORKSHOCK

Workshock é um encontro de pessoas, cujo objetivo fundamental é discutir de forma impactante e com veemência alertar os participantes sobre determinada situação crítica ou emergencial, a qual na busca de solução, exige uma mudança radical de atitudes e comportamentos, inclusive ações inéditas e imediatas.

A essência de um workshock é “cutucar” as pessoas, tirando-as da zona de conforto, abrindo seus olhos e mentes para a realidade da situação, induzindo-as à mudança de paradigmas e fazendo-as assumirem maior comprometimento com os objetivos da empresa, sob o risco de serem afetadas diretamente pela situação em discussão.


10/10   PALESTRA

Uma palestra é caracterizada pela apresentação de um tema previamente definido e direcionado a um grupo de pessoas que possuam noções sobre o assunto, que necessitem de maior aprofundamento do conteúdo e mais conhecimento teórico.

É uma grande oportunidade para incluir e transmitir, de forma direta ou subliminar, novas diretrizes, metas e objetivos, bem como promover o entusiasmo, a motivação e inspirar o desenvolvimento e o crescimento profissional dos participantes.

Experiências bem-sucedidas, receitas e fórmulas de sucesso, melhores práticas e dicas inovadoras, quando incluídas no teor da palestra, garantem maior assimilação e aderência.


Agende um contato pessoal, para construirmos juntos, uma proposta de trabalho justa e perfeita.

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Receitas Agregadas – a diferença entre o lucro e o prejuízo

agregar valor

O automóvel passou a ser um mero coadjuvante do lucro das concessionárias. Para melhorar a rentabilidade, o melhor caminho é concentrar esforços na venda de produtos e serviços agregados.

O mercado automobilístico, por ser acirradamente competitivo e muito dinâmico, não tolera incompetência e acomodações. Ainda bem que o automóvel não é um artigo de prateleira com data de validade, caso contrário seria muito mais difícil ganhar dinheiro com esse negócio. Atualmente, as margens de lucro, quando existem, são tão reduzidas que, em muitos casos, o “lucro zero” é melhor que o prejuízo.

Mesmo assim, a distribuição de veículos ainda é uma atividade que pode remunerar o capital com retorno maior e mais rápido do que os investimentos financeiros de risco. A condição para isso é administrar a empresa adequadamente, o que exige atitudes como maximizar a capacidade instalada, otimizar os recursos disponíveis e agregar valor a todas as atividades inerentes. Esse trinômio – maximizar, otimizar e agregar – é mágico, pois pode mudar o rumo dos negócios, e para atingi-lo, basta ocupar o tempo e espaço ociosos.

O automóvel como mero coadjuvante da lucratividade

A realidade do mercado vem influenciando a razão de existir dos concessionários, que sempre foi vender automóvel. Hoje, o automóvel aparece como mero coadjuvante da lucratividade. É o epicentro da atividade fim e gerador sísmico de uma reação em cadeia de diversas atividades.

O esforço para repor a rentabilidade deve estar concentrado na venda dos periféricos do automóvel, ou seja, os serviços e os produtos que podem e devem ser agregados no momento da venda. Expostos, ofertados e adquiridos por impulso. Essas são as fontes de excepcional manancial de receita, que ainda são muito pouco exploradas, geralmente em razão da falta de conhecimento dos mecanismos operacionais ou por subavaliação do potencial de ganho real e, também, por falta de uma profunda recessão econômica, como a que estamos vivenciando hoje.

Por menor que possa aparentar, qualquer valor realizado em grande escala e em constante frequência não deve ser desprezado. Só um paralelo: uma padaria não subsistiria vendendo somente pãezinhos. Vale a pena ser padeiro em razão da comercialização dos agregados do pãozinho, que rendem muito mais e são vendidos a toda hora e todos os dias, junto com os pães.

Os agregados somados podem representar a diferença entre o lucro e o prejuízo

Os agregados do automóvel também não são desprezíveis. Somados, podem representar a diferença entre o lucro e o prejuízo. Não faltam exemplos de novas receitas para incorporar o resultado positivo, vindas do retorno (plus) dos financiamentos, da venda de cotas de consórcio, da taxa de cobrança de cadastro, da corretagem de seguros, da venda de acessórios e equipamentos, da venda de itens institucionais e boutique, do retorno do licenciamento e emplacamento, da venda de garantia adicional, das adaptações para veículos especiais, das blindagens, da cessão de espaços terceirizados, bem como da venda categorizada de veículos seminovos e usados multimarcas, entre tantos outros itens mais específicos que agregam valor.
Numa pesquisa in loco pelo Brasil (todas as capitais e mais 120 cidades), consegui listar 101 negócios que agregam valor a compra e venda de veículos.

Em algumas concessionárias, inclusive de marcas tradicionais, a criatividade para maximizar, otimizar e agregar foi mais longe, além das receitas consideradas inerentes, já surgiram mini shoppings que vendem desde miniaturas de automóveis, passando por banca de revistas, cafeteria, até agência de viagens.

A área do pós-venda como diferencial competitivo

Também, a área do pós-venda, vem ganhando diversificação como diferencial competitivo, por exemplo, locadoras de veículos, oficina aberta para multimarcas, serviço de socorro mecânico 24 horas com frota própria de furgão oficina e caminhão plataforma, lava jato, posto de troca de óleo e lubrificação, franquia para venda de pneus etc.

Já no mercado de peças, algumas marcas estão indo muito além do imaginável. A própria montadora mantém equipes regionalizadas de representantes que, em conjunto com a concessionária local, fazem o levantamento e o cadastramento de todas as oficinas, independente de porte e especialização, com o objetivo de torná-las clientes cativos e especiais das concessionárias.

Sob a ótica da inovação, investir em produtos e serviços agregados pode parecer, num primeiro momento, uma descaracterização da atividade principal ou desvirtuação do objetivo. Mas não é. Trata-se de uma tendência insuflada pela sobrevivência, transformando as concessionárias em grandes centros de conveniência automotiva, em que o chamariz é o automóvel.

Nada disso é novidade, pois essas atividades já gravitam, de certa forma, em torno das revendas de veículos. A grande sacada é transformá-las em recursos adicionais, sobre as quais a concessionária tenha controle absoluto.

Para iniciar, a maior atenção deve ser dada aos negócios realizados por meio de financiamentos. Quanto maior o volume de vendas financiadas, tanto melhor a rentabilidade por unidade vendida. O financiamento é hoje, o mais forte atrativo dos argumentos de vendas, representando mais de 60% dos volumes totais dos negócios efetuados, tanto para veículos novos como para os usados.

3 fatores essenciais para o sucesso

A receita do sucesso para aumentar o faturamento de veículos alienados às instituições financeiras é composta de três fatores essenciais:

  1. Negociar com maestria a reciprocidade com os agentes financeiros, para obter taxas igual ou menor aplicadas pela concorrência, velocidade na aprovação dos cadastros e empenho na liberação rápida dos créditos.

  2. Criar uma estrutura centralizada, simples e pequena, sob orientação da área financeira (mesa de crédito), como gestora da atividade, com metas e objetivos, bem como  follow-up dos encaminhamentos, aprovações e liberações de crédito.

  3. Qualificar os vendedores como correspondentes financeiros, dotando-os de conhecimentos fundamentais e ferramentas práticas de financiamento. A remuneração deve ser compatível com o desempenho da qualidade das vendas.

A ampliação da receita é positiva tanto para a empresa como para os vendedores, pois suas retiradas mensais podem ser maiores. E se o concessionário desprezar essa oportunidade, alguém de fora certamente não a perderá. Sendo assim, por que não assumir logo o que de fato já lhe pertence?

“A melhor maneira de ganhar dinheiro, é parar de perder”

Uma boa dica é incluir nas metas e objetivos da equipe comercial, alguns indicadores de desempenho, atrelados a qualidade das vendas. Por exemplo, uma concessionária que estima vender 50 unidades em determinado mês, pode estabelecer as seguintes metas: 40 veículos financiados, 30 com seguro, 45 com R$ 200,00 em média de acessórios ou equipamentos, todos emplacados na empresa, 25 na base de troca por usado, além da venda de 30 veículos seminovos e 20 cotas de consórcio.

A qualidade das vendas acontecem naturalmente

Para uma equipe de cinco vendedores, esses volumes são perfeitamente factíveis, levando-se em conta o período para a realização dessas metas e a carga de trabalho distribuída entre todos os membros. Cada vendedor ficaria responsável por 10 veículos novos, emplacados na empresa, sendo 6 financiados, 5 com seguro e R$ 1.800,00 em acessórios e equipamentos, além da venda de 6 veículos usados e 4 cotas de consórcio.

Apesar de utópica e apenas por hipótese, essa divisão de metas, baseada na qualidade das vendas, já vem acontecendo naturalmente, porém de maneira aleatória e sem parâmetros estatísticos. Não há justificativa para não inserir no contexto do cotidiano comercial esse tipo de procedimento, já que a estrutura esta pronta e todos os agregados são pertinentes à própria venda, seja qual for o porte da concessionária e do volume de veículos.

A operacionalidade é bastante simples, por tratar apenas de mudança de atitude. O controle pode ser feito visualmente por um painel fixado na sala de reuniões e talvez exija pequenas mudanças na política de remuneração dos vendedores.

Uma sugestão de controle é determinar um número de pontos para cada item avaliado, cujo somatório, ao final do período, compõe o ranking dos melhores vendedores, em razão da qualidade das vendas e do cumprimento das metas e objetivos.

A remuneração deve ser compatível com o número de pontos somados, desde que seja estabelecido o valor equivalente a cada ponto, levando em conta a remuneração média histórica dos envolvidos. Ganha mais quem agregar mais valor, o que não significa ter vendido o maior número de veículos.

Por exemplo, o vendedor campeão do mês, vendeu 15 unidades, com o desconto máximo possível e pagamento à vista. No entanto, não vendeu nenhum acessório incorporado aos veículos, dos quais somente 5, foram emplacados na concessionária.

O vendedor vice-campeão vendeu 10 automóveis, dos quais 9 foram financiados, 5 com acessórios incorporados e todos emplacados na concessionária.

Qual dos dois efetivamente trouxe o melhor resultado financeiro para a concessionária?

É provável que o vice-campeão tenha agregado muito mais valor, mesmo vendendo 50% menos veículos que o campeão.

 

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Ponto a ponto para identificar o verdadeiro vendedor

Por acúmulo de pontos, o acompanhamento da venda de agregados e da qualidade do atendimento é uma maneira justa de identificar o “tirador de pedido” e o verdadeiro vendedor.

Para ser justo, cada modelo de veículo deve valer certo número de pontos, de acordo com seu grau de dificuldade de venda, seja pelo valor, tempo em estoque, cor e outros fatores.

Outros indicadores de desempenho poderão ser inseridos nas metas e objetivos, mesmo que não se refiram a venda de agregados, mas relacionados na competência de atendimento. Como, por exemplo, o número de ligações de prospecções efetuadas, as ligações recebidas, os atendimentos no showroom, os test-drives realizados, as fichas de contatos preenchidas, as visitas externas efetuadas e a taxa de conversão de todos esses atendimentos em vendas efetivas.

O ponto de partida é passar para a equipe de vendas o conceito dessa filosofia de trabalho, discutir com o grupo, estabelecer o consenso, testar, ajustar e implementar. Uma reunião diária de 30 minutos é o suficiente para organizar o dia a dia, revendo a performance de ontem, fazendo o balanço de hoje e preparando a estratégia de amanhã.

Existem 10 maneiras de treinar e desenvolver as equipes de vendas para qualificá-las e para adotarem de imediato esse comprometimento com a concessionária, que será a próximo post do meu blog.

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ENTREGA DE VEÍCULOS – O início de uma nova venda

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Oportunidade imperdível para iniciar uma nova venda

 

Toda venda tem um começo, um meio e um fim. É um processo de negociação entre duas partes, sendo uma interessada em comprar e a outra, em vender.

O começo

O primeiro requisito para o negócio dar certo é as duas partes encontrarem-se e iniciar a negociação.

O meio

Numa negociação, cada parte obtém algo e cada parte renuncia igualmente alguma coisa.

O fim

A venda ou a compra deve ser um subproduto de uma negociação honesta e de um relacionamento bem-sucedido.

Em qualquer circunstância, quem vende quer receber pelo que vendeu e quem comprou quer receber o que comprou. Portanto, o melhor momento para o vendedor é o fechamento do negócio e, para o cliente, é o recebimento do produto.

No mercado de automóveis, a entrega do produto ocorre alguns ou vários dias depois da negociação. Essa espera costuma provocar uma ansiedade muito grande, pois para alguns clientes, adquirir um veículo significa a realização de um sonho, além de solucionar seus problemas de mobilidade e comodidade. O momento da entrega do veículo é o ápice da expectativa de concretização do negócio para o cliente.

Ao superar as expectativas do cliente, por ocasião da entrega, a empresa estará naturalmente conquistando outra ou até muitas outras vendas. Isso porque o cliente satisfeito torna-se formador de opinião e multiplicador de negócios. Sem contar que é muito mais barato e inteligente manter os clientes atuais do que conquistar novos. Portanto, a entrega deve ser encarada como um ritual, que envolve fatores psicológicos e procedimentos informativos técnicos.

 

Kit Pré-Entrega

O ideal seria o cliente receber o veículo no momento da compra, mesmo que de forma simbólica. Como sugestão, o cliente poderia receber um Kit Pré-Entrega, com informações de operacionalidade, características técnicas do veículo (manual do proprietário), processo de garantia, programação de revisões e sobre os programas de fidelidade. O objetivo é fazer com que o cliente sinta que adquiriu, de fato, algo substancioso, além de levar para casa materiais impressos, com informações de seu interesse.

Quando esses materiais são entregues junto com o veículo, o cliente normalmente não os lê atentamente, deixando-os no porta-luvas ou em qualquer gaveta, porque seu interesse maior, após a entrega física do veículo, é desfrutar do produto. Com o tempo, ele acaba descobrindo os detalhes operacionais e técnicos e os direitos e deveres embutidos.

Essa ação antecipada, ou seja, o Kit Pré-Entrega favorece a assimilação das informações, pois o cliente tem tempo de ler o material e levantar dúvidas, que podem ser esclarecidas durante a entrega física do veículo ou até antes, conforme o grau de curiosidade e disposição do novo proprietário.

O Kit Pré-Entrega também pode tornar-se uma ação de marketing de relacionamento muito eficaz. Basta o cliente receber no mesmo pacote, algum material institucional como, por exemplo, um folheto sobre a empresa, que ressalte sua tradição, filosofia de trabalho, grupo empresarial, serviços adicionais e os profissionais responsáveis pelo atendimento. Outro exemplo seria um folheto sobre a marca, demonstrando o que há por trás da empresa e do veículo, como a companhia global, tecnologia e perspectivas.

O Kit Pré-Entrega tem a proposta de manter aquecida a expectativa do cliente, no período entre a venda e a entrega, transformando-o em multiplicador de opinião e futuro aficionado pela marca, antes mesmo de tornar-se usuário efetivo.

Quanto à entrega física, a aplicação de um método e processo de trabalho deve garantir que a empresa cumpra todas as condições previamente combinadas com o cliente, tanto em relação ao veículo, como data e horário.

Pensando na padronização, recomenda-se que a entrega seja feita por um profissional especializado e treinado.

 

Prospectar, atender e vender

O vendedor, por sua vez, pode envolver-se com a entrega somente como participante, pois deve estar disponível, em tempo integral, para prospectar, atender e vender. Entregar o veículo é uma atividade que demanda preparação, organização, verificação, documentação e posicionamento em local apropriado, e foge, portanto, da atribuição fim do vendedor.

Ao fechar o negócio, é importante que o vendedor preencha um formulário para controle e planejamento – Planejamento de Entrega de Veículo. Nesse formulário, deverão constar as condições negociadas e os itens que compõem o veículo como, por exemplo, a colocação de acessórios, emplacamento, tapetes, combustível etc.

A data e o horário da entrega devem ser registrados no formulário Planejamento de Entrega de Veículo, quando o vendedor apresentar formalmente o entregador ao cliente e definir o agendamento, de acordo com a disponibilidade do estoque e com o interesse do cliente.

 

O entregador

Com a instituição de novos conceitos, principalmente vendas realizadas pela internet, cujo o prazo de entrega independe da empresa, é fundamental centralizar as previsões em uma única pessoa – o entregador. Por outro lado, o vendedor, poderá, por pressão da negociação, prometer ao cliente um prazo que não possa cumprir e comprometer, involuntariamente, o conceito e prestígio da empresa.

O entregador tem a responsabilidade de contatar o cliente para confirmar a data e o horário agendado, antecipar a entrega em caso de disponibilidade ou combinar uma reprogramação de agenda em virtude de algum contratempo.

 

Ambiente adequado

O local deve ser isolado do burburinho do expediente do showroom, distante da recepção de serviços e da oficina.

Decorado com bom gosto e amplo o suficiente para acolher todos os carros agendados do dia, o ambiente deve ser calmo, com música ambiente, plantas verdes, posters atualizados dos produtos, limpo, confortável e iluminado adequadamente.

 

ATENÇÃO
Entenda a importância de ter um ambiente exclusivo para entrega de veículos

Nas minhas andanças pelas concessionárias de veículos, presenciei uma situação que podemos chamar de saia justa. Apesar do amplo espaço para o estacionamento, da grande área de showroom e do belíssimo balcão de café, a entrega dos veículos era feita no mesmo ambiente da Recepção de Serviços. Naquele exato momento, um cliente acabará de chegar e narrava em belo e alto som todos os problemas ocorridos com o seu veículo e, também com o atendimento do pós-venda, ao recepcionista técnico. Ao lado, o entregador de veículos, já ruborizado, fazia a entrega técnica de um veículo a um cliente, por ironia, o veículo era do mesmo modelo e, pior, da mesma cor. Lógico que, o cliente descontente, vendo a satisfação do outro, entrou no meio da conversa e proferiu toda a sua insatisfação com o veículo, com a empresa e, principalmente, com o atendimento.

Essa situação poderia ter sido evitada, se a concessionária tivesse um ambiente exclusivo para entrega de veículos distante da Recepção de Serviços.

 

Recepção do cliente

O cliente deve ter liberdade para procurar o entregador ou o vendedor, o profissional que o receber deve avisar ou, se for o caso, encaminhá-lo ao outro. É importante demonstrar entusiasmo pela sua presença. Ofereça um café, água e o acompanhe. Tudo deve estar devidamente organizado para enaltecer a cerimônia de entrega do automóvel.

 

Explicações complementares

Caso a empresa tenha adotado o Kit Pré-Entrega, certifique-se que o cliente não tenha dúvidas sobre os benefícios e serviços adicionais do pós-venda ou explane minuciosamente cada um dos procedimentos, concluindo que tudo está sendo entendido com clareza. De forma pausada, dê tempo para perguntas ou o questione. Em seguida, complemente o processo administrativo.

 

Apresentação do Departamento de Serviços

A convite do entregador, o cliente deve conhecer o ambiente de serviços, sempre ciceroneado com as devidas explicações sobre cada uma das áreas e, principalmente, sobre a funcionalidade do programa de atendimento. Ao transitar pelas dependências, o cicerone deve sempre sorrir e cumprimentar os colegas e, quando possível, apresentar informalmente o novo cliente. Ao apresentar o Gerente de Serviços e o(os) consultor(es) técnico(s), os mesmos devem entregar seus cartões de visitas, dando-lhe boas-vindas e colocando-se à sua disposição.

 

Demonstração estática

O primeiro contato físico com o veículo é emocionante, basta perceber a feição de satisfação que o cliente transmite.

O automóvel é o brinquedo de adulto. Seja homem ou mulher, o cliente sempre parecerá uma criança na noite de Natal. Saiba capitalizar esse clima, sustentando seu entusiasmo ao proceder o walkaround da demonstração estática.

Comece pela frente, abrindo o capô e mostrando os pontos de verificação que o cliente deve observar periodicamente. Na lateral direita, aponte o local de fixação do macaco, explique como soltar e fixar as rodas, a abertura da tampa de combustível e a calibragem dos pneus. Na parte traseira, abra o porta-malas ou a tampa da caçamba, mostrando o posicionamento do estepe, ferramentas e triângulo, bem como a maneira de removê-lo e manuseá-lo. Como cada modelo tem sempre algum diferencial, lembre-se de mencioná-lo como um benefício a mais.

Na lateral esquerda, demonstre o travamento das portas, as características da chave, o alarme, entre outros itens de proteção patrimonial. Finalmente, solicite ao cliente que se acomode no banco do motorista, ensinando-o como regular o banco, o cinto de segurança, os espelhos retrovisores e como acionar os vidros das portas.

Em seguida, mostre os controles dos itens de conforto, os indicadores de funcionamento e, por último, os comandos de condutibilidade.

Este texto descreve apenas e superficialmente o roteiro de uma demonstração estática, cabendo ao entregador criar seu próprio check-list de cada produto e apresentá-lo de forma didática, com eloquência.

A Universidade Automotiva – UniAuto, disponibiliza um curso de 40 horas, via internet, com Certificado de Conclusão, sobre Demonstração Estática para Automóveis Novos (Apresentação Passo a Passo)

 

Volta de apresentação

É interessante, principalmente aos clientes muito ansiosos ou recém-habilitados, acompanhá-los para uma volta de apresentação, explicando a operacionalidade em movimento. Percorrer, no máximo, dois quilômetros e retornar à empresa.

Entrega informal

Esse momento é, definitivamente, para o cliente, o final da compra, quando a posse do bem adquirido torna-se concreta. É uma ocasião que vale a pena ser registrada fotograficamente e celebrada com a oferta de um brinde ao cliente. Para as mulheres, um arranjo de flores, um lenço de seda, um bichinho de pelúcia ou qualquer outro mimo de bom gosto e, para os homens, uma camiseta com a logomarca do carro, um boné, uma caneta ou outro brinde subliminar e, em todos os casos, no mínimo, um chaveiro com a marca da empresa.

ATENÇÃO
Muitas empresas negam-se a dar um brinde, principalmente, nos momentos de crise. Entretanto, já presenciei muitos vendedores, fazerem isso do próprio bolso. Até hoje, esses vendedores não se arrependeram do investimento, e carregam “sua carteira de clientes”, aonde forem trabalhar.

 

Completamente satisfeito

Uma semana, no máximo, após a entrega do veículo, o entregador, o vendedor ou o responsável pelo programa de qualidade ou CRM, deve entrar em contato com o cliente para verificar o grau de satisfação em relação ao veículo, se há alguma dúvida a ser esclarecida e informa-lhe da importância de preencher o questionário que receberá pelo correio brevemente.

Caso o cliente faça qualquer comentário que possa ser interpretado como insatisfação ou problema, seja qual for e por menor que seja, o interlocutor deverá prontamente tomar providências para reverter a situação positivamente.

Persuadir compradores não é, e nunca foi, a atividade básica da venda mas, sim, a busca de bons relacionamentos com clientes e, sobretudo, que sejam honestos e duradouros.

Este roteiro de entrega é um simples guia, podendo ser adaptado para a entrega de veículos mais sofisticados e, também, para veículos seminovos.

AVAL Consultoria – especializada no segmento automotivo
www.avalconsultoria.com.br

 

Universidade Automotiva – UniAuto
www.universidadeautomotiva.com.br

 

Leitura recomendada (e-book):

 

Entrega Explicativa de Automóveis

Entrega Explicativa de Automóveis (Utilização Correta)

 

Usados Risco Zero - Como vender veículos usados sem risco

USADOS RISCO ZERO
Como vender veículos usados sem riscos

 

Automóvel_Quer Vender

Automóvel. Quer vender?
Como vender o que todo mundo quer comprar

 

Palestra sugerida:

COMO AGREGAR MAIS VALOR À REVENDA DE VEÍCULOS
Atividades paralelas que melhoram a lucratividade

 

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CONSIGNAÇÃO DE VEÍCULOS – Ótimo para quem vende, excelente para quem revende

consignação

CONSIGNAÇÃO – Significa entregar um veículo em confiança para ser negociado

A consignação é uma maneira de comercializar veículos muito mais comum e corriqueira do que se imagina. Os volumes de transações nessas circunstâncias são enormes e não se restringem somente aos veículos usados negociados entre particulares e lojistas, mas, também, é muito usual entre as montadoras e importadoras e suas redes de concessionárias para viabilizar as vendas de carros novos.

Em qualquer situação, principalmente em tempo de crise, a consignação é um bom negócio, o qual deveria ser cada vez mais aprimorado e incorporado na cultura das empresas que revendem veículos.

 

Como ganhar dinheiro sem empatar capital

Para os lojistas multimarcas e concessionárias, consignar significa captar mercadorias para seus estoques sem necessidade de imobilizar capital de giro, ganhar uma razoável comissão pelo esforço de venda (em média 5%), receber ainda algum valor agregado se, eventualmente, vender o carro com financiamento ou, também, com seguro. Não é raro, além de todas essas possibilidades de ganho real, entrar um carro usado como base de troca, pelo qual se iniciará novamente todo esse ciclo de ganha-ganha. Também, é prática do mercado definir e combinar entre as partes um valor final para a venda do veículo e, caso o lojista apure na venda um preço superior ao estabelecido, à diferença será sua remuneração.

 

Ótimo para quem vende, excelente para quem revende

Já para o consignante, aquele que entrega o veículo para vender por meio de consignação, vale a pena vender desta forma, porque o valor a receber é muito próximo do preço final de mercado, ou seja, ganha-se entre 10 a 30% dependendo das características do carro. Para quem necessita de dinheiro imediato e para isso pretenda vender seu automóvel, consignação não é a melhor alternativa, pois é um processo que não pode ter pressa, nem desespero, porque normalmente o tempo de venda em geral, é no mínimo de 30 dias.

Consignar,  segundo o dicionário da língua portuguesa, significa entregar uma mercadoria em confiança para que seja negociada. Portanto, confiar é a chave do sucesso para a realização de bons negócios. Para que não haja nenhuma dúvida, tanto para o consignante quanto para o consignatário, é fundamental existir um contrato de venda consignada, onde cada um esteja absolutamente ciente de seus direitos e deveres.

É bom ressaltar que entre os direitos e deveres, a loja ou a concessionária, perante o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, é quem assume a responsabilidade por eventuais problemas que venham ocorrer após a venda, seja sobre panes, defeitos e vícios ocultos no veículo ou documentação e multas, mesmo que a transferência dos documentos do carro, tenha sido direta entre o vendedor e comprador, sem registro da empresa.

Ao assinar o contrato de venda consignada, é essencial fazer uma avaliação técnica sobre as condições de uso e o estado de conservação e, antes de expor o veículo no showroom, providenciar todos os reparos, substituições de peças de desgaste comum, higienização e preparação. As despesas de reparação, inclusive de lavagem e manutenção durante o período de exposição, serão pagas pelo consignante, as quais serão abatidas no acerto final das contas. É possível até combinar um valor para a estadia.

E que nada resvale para o terceiro envolvido: o comprador, que desta modalidade não leva nenhuma vantagem adicional.

Observação:
Se o consignante desistir do negócio, e retirar o veículo do estabelecimento antes do período combinado, pagará os custos dos reparos executados, das eventuais peças substituídas, da manutenção e da estadia. Obviamente, todos esses serviços previamente aprovados e constantes no contrato de consignação.

Em resumo, ninguém perde nada.
O consignante retira um veículo prontinho (garibado) para ser vendido a outra pessoa, e a loja ressarce os custos da preparação e exposição.

Tenho um modelo de Contrato de Consignação de Veículos, para que o seu advogado adeque à sua necessidade. Entre em contato via site www.avalconsultoria.com.br, e solicite o seu gratuitamente.

 

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Leitura recomendada (e-book):

Usados Risco Zero - Como vender veículos usados sem risco

USADOS RISCO ZERO
Como vender veículos usados sem riscos

 

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Automóvel. Quer vender?
Como vender o que todo mundo quer comprar

 

 

Palestra sugerida:

COMO AGREGAR MAIS VALOR À REVENDA DE VEÍCULOS
Atividades paralelas que melhoram a lucratividade

 

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Veículos usados. A bola da vez.

vu a bola da vez

A venda de veículos usados é hoje a melhor alternativa para sobreviver a esta crise, além de contornar a dependência das montadoras e dos bancos.

Mais importante que apenas vender veículos usados, é conhecer profundamente os macetes, os meandros e as receitas do negócio.

Você conhece e domina as 10 regras essenciais para ganhar dinheiro na compra e venda de veículos usados?

 

  1. Como dimensionar, definir o perfil e compor o estoque.

  2. Como avaliar, pagar bem menos e lucrar bem mais.

  3. Como e onde comprar para sustentar seu estoque.

  4. Como categorizar em seminovos, usados e repasses.

  5. Como preparar e deixar novo de novo com baixo custo.

  6. Como girar o estoque em menos de um mês.

  7. Como fazer uma gestão lucrativa com consignação.

  8. Como agregar valor com novas receitas (produtos e serviços).

  9. Como evitar riscos e problemas futuros.

10. Como aumentar o ticket médio e a lucratividade.

 

Conheça as vantagens de contratar a AVAL Consultoria e tenha ao seu lado, um mentoring* para ajudar a detectar onde você pode estar tendo prejuízo e ensinar como implementar com sucesso, as 10 regras essenciais para ganhar dinheiro com a compra e venda de veículos usados.

*Mentoring palavra de origem inglesa. Mentoria/ Tutoria/ Conselheiro. O termo define a ação de um profissional experiente e especialista, que oferece conselhos, informações e transfere conhecimentos que resultam em mais produtividade, lucratividade e competitividade no mercado.

 

Leitura recomendada (e-book):

Usados Risco Zero - Como vender veículos usados sem risco

USADOS RISCO ZERO
Como vender veículos usados sem riscos

 

 Palestra de impacto, in company, recomendada para sua equipe:

COMO AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DOS VEÍCULOS USADOS
Captar, preparar, girar, vender e lucrar

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Seja Mestre/ Tutor da Universidade Automotiva – UniAuto

Estamos acompanhando o mercado e muitas competências estão sendo perdidas para outros segmentos.

Para tentar segurar essa migração, abrimos a possibilidade dos bons profissionais tornarem-se mestres/ tutores da
Universidade Automotiva – UniAuto.

Você que possui talento, cultura visionária, didática, conhecimento profundo em alguma atividade ligada, direta ou indiretamente, ao setor automotivo e, provavelmente, queira deixar um legado às gerações futuras, abrimos a oportunidade para exposição e difusão de seu trabalho.

Nunca desperdice uma boa crise e essa poderá ser
a melhor crise da sua vida.

mestre tutor da UniAuto

Entre em contato via e-mail e saiba como ser mestre/ tutor
da Universidade Automotiva – UniAuto.

Daremos todo o suporte que você precisa.

tutoria@universidadeautomotiva.com.br

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Nunca desperdice uma boa crise e essa poderá ser a melhor crise da sua vida.

Esqueça o governo. Adote a sua política econômica e mantenha a confiança em seus funcionários e clientes.

A crise atinge também a concorrência e, nesse momento recessivo, aparecem ótimas oportunidades para crescer e consolidar seus negócios.

Esteja pronto para encarar novos desafios. Reestruture sua empresa para absorver novas demandas, agregar inovadoras receitas, novos negócios e retomar a espiral do crescimento.

Os aventureiros desprevenidos e os especuladores estão sucumbindo, tornando-se uma espécie em extinção. Aproveite para consolidar posições estratégicas no mercado.

Sabemos que você já fez muita coisa para sobreviver até agora, mas, com certeza, não fez tudo que poderia.

Observe que na palavra crise, estão contidas cinco ações que irão, de imediato, reavivar suas atividades:

C riar novas receitas e agregar mais valor.

R epensar o negócio, reiniciar e reconstruir.

I nvestimentos pontuais para gerar receita e lucro.

S alvaguardar a cultura corporativa e talentos.

E vitar a todo custo o crescimento dos custos.

Veja as coisas por outro prisma. Posso ajudá-lo a enxergar por outros ângulos.

Vamos elaborar juntos um Plano B, promovendo várias ações para mudar completamente e para melhor, as perspectivas de negócios, ainda neste trimestre.

Amos Lee Harris Júnior
AVAL Consultoria

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